Operação para repatriar brasileira ligada ao Estado Islâmico contou com Cruz Vermelha e escolta armada
A operação do governo brasileiro para repatriar a única cidadã nacional ainda viva a fazer parte do Estado Islâmico envolveu apoio da Cruz Vermelha, escolta com soldados fortemente armados e a passagem por regiões com presença crescente de células ativas do grupo terrorista que dominou parte da Síria e do Iraque entre 2014 e 2019.
Leia mais (08/28/2025 – 19h45)

