‘Fé pode ser o espaço do encontro’, diz cineasta Vivi Borari
“A Fé Que Move Rios”, filme dirigido pela cineasta paraense Vivi Borari, faz na tela o exercício que o Brasil precisa fora dela: convida os diferentes em busca daquilo que os torna mais parecidos que se imagina, mais iguais do que gritam por aí os interesseiros do cada um para o seu lado. Enquanto quem segue ganhando? Os mesmos de sempre.

