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02/09/2026
Suspeito de cometer estupro de vulnerável e tortura psicológica é procurado pela polícia
Tocantins

Suspeito de cometer estupro de vulnerável e tortura psicológica é procurado pela polícia

fev 25, 2024


Vítima sofreu por cerca de três anos, em Novo Acordo. Quem tiver informações sobre o paradeiro do homem investigado pode informar a Polícia Civil de forma anônima. Suspeito procurado por estupro de vulnerável
Divulgação/Polícia Civil
Adão Juvência de Melo, de 42 anos, é procurado pelas autoridades por suspeita de estupro de vulnerável. Ele teria cometido os crimes por cerca de três anos contra a vítima e ainda feito tortura psicológica. Quem tiver informações sobre paradeiro do procurado pode acionar a Polícia Civil de forma anônima.
Os abusos teriam começado em 2020 no município de Novo Acordo, na região central do estado. Depois de três anos, em agosto de 2023, o caso chegou até a 80ª Delegacia de Polícia da cidade, e começou a ser investigado. Atualmente há um mandado de prisão preventiva em aberto contra Adão.
Conforme a polícia, a vítima contou aos parentes que sofreu abusos durante todo esse tempo. Por isso o delegado Fabrício Piassi afirmou que pediu exames periciais de conjunção carnal, avaliação psicossocial e outros procedimentos para confirmar se houve o crime.
Além de comprovar que houve estupro, a polícia ainda conseguiu descobrir que Adão teria feito tortura psicológica contra a vítima. Por isso, as autoridades representaram pela prisão. Entretanto, o suspeito fugiu da cidade e agora é considerado foragido.
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Quem tiver informações sobre o paradeiro de Adão pode entrar em contato com a 80ª Delegacia de Polícia de Novo Acordo, por meio do telefone e WhatsApp (63) 3369-1119. As equipes garantem o anonimato do informante.
“Trata-se de um crime hediondo, no qual a vítima além dos abusos sofridos, se encontra em extremo sofrimento psicológico e com intento suicida. É inadmissível a impunidade em casos como esse, por isso contamos com o apoio da população para que auxilie a Polícia Civil a encontrar o abusador para que ele responda pelo crime que cometeu”, explicou o delegado responsável pelo caso.
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