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03/08/2026
Suspeitos de atirar em policial militar após roubo vão responder por tentativa de latrocínio
Tocantins

Suspeitos de atirar em policial militar após roubo vão responder por tentativa de latrocínio

fev 11, 2025


Vítima foi roubada na porta de casa e pediu ajuda do sogro que é policial militar. Suspeitos trocaram tiros e atingiram carro das vítimas. Viaturas da Polícia Civil do Tocantins
Reprodução/SSP-TO
A Polícia Civil concluiu o inquérito que investigava um crime de roubo seguido de tentativa de homicídio contra um policial militar em Araguaína, região norte do estado. Duas pessoas foram indiciadas por tentativa de latrocínio e receptação.
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O crime aconteceu em novembro de 2019. A vítima estava na porta de casa aguardando a abertura do portão quando foi surpreendida por dois homens em uma motocicleta. Um dos suspeitos desceu da moto com uma arma, ameaçou a vítima e exigiu que ela entregasse o celular e a bolsa com documentos e pertences pessoais. Em seguida, os assaltantes fugiram.
Logo após o roubo a vítima buscou ajuda do sogro, um policial militar, que estava de folga. Juntos, passaram a procurar os suspeitos de carro e encontraram pessoas com características semelhantes às descritas pela vítima.
No momento em que tentavam confirmar a identidade dos suspeitos, o policial foi surpreendido por disparos de arma de fogo. Um dos tiros atingiu a porta do carro do lado do motorista. O policial revidou os disparos, mas os criminosos conseguiram fugir.
Depois, na mesma noite, os suspeitos do tiroteio foram presos por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Segundo a Polícia Civil, imagens de câmeras de segurança e demais evidências ajudaram a comprovar o envolvimento deles no roubo.
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Durante o inquérito, a Polícia Civil também descobriu que o celular que foi roubado da vítima foi utilizado quatro dias depois por uma mulher, que não teve o nome divulgado.
Ela afirmou ter comprado o aparelho online e alegou não saber que o celular era roubado. A suposta vendedora virtual não foi encontrada para confirmar a versão dos fatos, por isso a mulher foi indiciada por receptação.
O inquérito foi remetido ao Poder Judiciário para a realização das providências legais cabíveis.
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