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07/09/2026
Argentina: manifestantes desafiam governo Milei e começam a se aglomerar para ato com até 40 mil
Internacional

Argentina: manifestantes desafiam governo Milei e começam a se aglomerar para ato com até 40 mil

dez 20, 2023


Os primeiros manifestantes começaram a se aglomerar nas ruas de Buenos Aires, por volta das 14h30 desta quarta-feira (20), para o primeiro grande “piquete” da administração de Javier Milei, novo presidente da Argentina. Essa é uma mobilização tradicional, em memória dos 39 mortos nos protestos de 19 e 20 de dezembro de 2001, ano da pior crise econômica, social e política que a Argentina já viveuMovimentos sociais e partidos de esquerda da Argentina marcam presença nas ruas, mesmo depois que o governo prometeu retaliações e impôs restrições. Na segunda-feira (18), o governo confirmou que os beneficiários de planos sociais que participarem de protestos que bloqueiem vias não receberão mais ajuda estatal Segundo o jornal local Clarín, os primeiros confrontos já começaram a acontecer. Militantes do MST entraram em confronto com a Polícia Municipal no início da caravana que cortava a Diagonal Norte. Houve corridas, tentativas de prisão e ataques à polícia. Na foto, Um policial de choque gesticula ao lado do líder esquerdista Eduardo Belliboni durante um protesto contra a política de ajuste do novo presidente da ArgentinaSegundo a ministra da Segurança, Patricia Bullrich, todas as forças federais poderão ser acionadas e será empregada “a mínima força necessária e suficiente” para acabar com as mobilizações. Quem estiver protestando com o rosto coberto ainda poderá ser detido e encaminhado para verificação da identidadeNa foto, o líder da esquerda do país, Eduardo Belliboni, fala com a imprensa na estação de metrô Constituição pouco antes do ato, que deverá levar até 40 mil às ruas. Na ocasião, ele afirmou a jornalistas que os manifestantes iriam “para cima”As forças de segurança se prepararam para seguir a ordem de Patricia Bullrich e intervir para impedir bloqueios de ruas e rodovias pelo país. As pessoas podem se mobilizar, mas devem ocupar apenas as calçadas ou áreas que não atrapalhem a circulação de veículos

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