As eleições no continente e os amantes da liberdade e da democracia
A eleição clara de JavierMilei como presidente da Argentina nos deixa duas lições importantes. A primeira é a rejeição da maioria dos argentinos ao kirchnerismo. Apesar de sua retórica democrática, os “governos K” têm sido aliados daqueles que negam as violações dos direitos humanos em Cuba, Nicarágua e Venezuela. Têm sido uma parte importante de redes como o Grupo de Puebla, que, com porta-vozes como os ex-presidentes da Bolívia, Evo Morales, e do Equador, Rafael Correa, endossam práticas autoritárias, minam a democracia e dão oxigênio aos ditadores através de suas declarações públicas. A segunda lição é a necessidade de construir maiorias a favor da liberdade e da democracia a partir do centro político. O êxito do novo governo argentino dependerá da capacidade da centro-direita em trazer governança e sensatez para a nova administração.
Leia mais (12/01/2023 – 06h00)

