Bombas não vencem o radicalismo islâmico
No intuito de eliminar a ameaça do terrorismo islâmico, estamos vendo algumas das cenas mais dantescas das últimas décadas. Durante dois anos Gaza foi impiedosamente bombardeada. Cerca de 70 mil pessoas morreram, a esmagadora maioria civis. Agora, a mesma lógica militar se estende ao Irã e ao Líbano, cujas capitais exemplificam o desastre humanitário que toma proporções alarmantes. Chama a atenção a passividade com que olhamos para essas cenas. Há de se perguntar se estamos anestesiados diante de desastres dessa magnitude.
Leia mais (04/07/2026 – 17h48)

