Em minha despedida do New York Times, já não sei quem são os mocinhos e os vilões
Quando entrei para o jornal The New York Times como colunista, há 17 anos, o presidente Barack Obama ainda desfrutava do entusiasmo e da popularidade de seu primeiro mandato. Tanto nos círculos políticos quanto nos culturais, havia uma confiança desmedida de que sua combinação de liberalismo social e ambição tecnocrática havia varrido a era conservadora da política americana.
Leia mais (08/12/2026 – 06h00)

