Justiça restaurativa e memória em Ruanda
Sobreviventes do genocídio em Ruanda dizem que viveram o apocalipse nos cem dias e depois deles. Crianças sem adultos que pudessem alimentá-las. Todos procurando parentes que ainda poderiam estar vivos ou tentando identificar os milhares de corpos. Casas e plantações destruídas. Perpetradores do genocídio buscando refúgio nos países do entorno.
Leia mais (04/19/2026 – 23h00)

